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Mantega e a promiscuidade petista Por Ademar Traiano | 26/09/2016

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Pouca coisa simboliza o petismo no poder com tanta força quanto a passagem de Guido Mantega pelo Ministério da Fazenda.

Por dez longos anos Mantega foi o ‘czar’ da economia. No período Lula, foi contido em seu fervor esquerdista pelo pragmatismo de Henrique Meirelles no Banco Central. Com a eleição de Dilma encontrou, até 2015, uma parceira à altura para o intervencionismo e o voluntarismo na economia.

“Os juros têm que cair porque a ‘presidenta’ quer; a conta de luz tem de baixar porque o marqueteiro João Santana convenceu a ‘presidenta’ que a popularidade dela iria bombar”. A economia viveu em uma realidade paralela.

O resultado, todos conhecemos. Volta da inflação; quebradeira de empresas; desemprego recorde e desmoralização internacional. Sem o impeachment, o Brasil poderia se tornar uma grande Venezuela.

Agora a Lava Jato revela outro lado sombrio de Mantega. Além de arruinar a economia o ex-ministro atuava como um ativo arrecadador de propinas do PT. É suspeito de achacar grandes empresários para os cofres encher os cofres do partido. A promiscuidade era total.